quinta-feira, 17 de abril de 2008

Sozinha. Feliz ou Infeliz (mente)?


Esta música ultrapassa tudo e todos. É verdadeira, é sincera, é um verdadeito mote ao amor não correspondido, essa espécie pouco rara que ataca populações em estilo tsunami. Quem se atreve a dizer que nunca foi abalroado por uma não correspondência amorosa? Nem que tenha sido aos 5 anos, pela vizinha do lado.

'Às vezes, no silêncio da noite,
Eu fico imaginando nós dois,
Eu fico ali sonhando acordado, juntando
O antes, o agora e o depois'

'Quando a gente gosta
É claro que a gente cuida
Fala que me ama
Só que é da boca pra fora'

O que não nos mata, fortalece-nos? Ou será, o que não mata, mói? Vicissitudes da vida que non s'aguentam.

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